O trabalho remoto e a expansão de filiais mudaram o mapa das empresas. Garantir acesso remoto seguro para conectar todos esses pontos gerou um ponto cego massivo na segurança da informação. A diretoria acredita que a comunicação está blindada. A realidade técnica mostra um cenário muito mais frágil.
A confiança cega em VPNs tradicionais está custando milhões em resgates de ransomware. Dispositivos de borda viraram a porta de entrada favorita do cibercrime. O mercado global de tecnologia emitiu alertas recentes sobre a exploração ativa de falhas em roteadores de grandes fabricantes. Sem uma estratégia de acesso remoto seguro, a sua rede externa pode estar exposta neste exato momento sem disparar nenhum alarme.
O alerta global de vulnerabilidades na borda (Edge)
A borda da rede é a linha de frente da sua empresa. É o ponto exato onde a sua infraestrutura interna se conecta à internet pública. Firewalls e roteadores SD-WAN controlam esse tráfego pesado.
Recentemente, falhas críticas (zero-day) foram descobertas em equipamentos globais, como os roteadores de borda da Cisco. O cibercrime utiliza automação para varrer a internet 24 horas por dia em busca de empresas que demoram para aplicar patches de segurança. Um acesso remoto seguro não depende apenas de uma ferramenta, mas da agilidade em corrigir essas brechas antes que o invasor assuma o controle do seu roteador.
Quando encontram um roteador vulnerável, eles invadem a rede. O invasor assume o controle do tráfego. Ele intercepta credenciais e injeta códigos maliciosos na comunicação das filiais. A equipe de TI não percebe a invasão porque o ataque acontece no equipamento que deveria proteger a rede.
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Por que a VPN tradicional virou um risco operacional?
Durante anos, a VPN (Virtual Private Network) foi o padrão ouro do acesso remoto corporativo. Ela cria um túnel criptografado entre o computador do usuário e o servidor da empresa. O grande problema da VPN é que ela confia demais em quem está dentro do túnel.
O acesso irrestrito à rede
A VPN tradicional não segmenta os acessos. Quando o colaborador digita a senha e conecta, ele ganha as chaves da empresa inteira. O computador da recepção passa a enxergar o servidor financeiro na rede.
Se um hacker rouba a senha da VPN de um funcionário comum, ele entra pela porta da frente. Ele consegue navegar lateralmente por todos os sistemas da organização. A falha humana de uma única pessoa compromete o banco de dados inteiro.
Dispositivos pessoais infectados
O modelo de home office misturou computadores pessoais e corporativos. Se o usuário acessa a VPN usando uma máquina com malware, o vírus viaja pelo túnel criptografado. O ransomware entra na rede da empresa disfarçado de tráfego legítimo. O firewall corporativo permite a entrada porque a conexão veio de um usuário autorizado.
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A evolução para a Confiança Zero (ZTNA)
A solução para um acesso remoto seguronão é consertar a VPN velha. A TI precisa mudar a arquitetura para o modelo de Confiança Zero (Zero Trust Network Access – ZTNA). A premissa do ZTNA é simples: nunca confie, sempre verifique.
Acesso focado na aplicação
O ZTNA acaba com o passe livre na rede. O colaborador só ganha acesso ao aplicativo ou sistema exato que ele precisa para trabalhar. Se o analista de marketing conecta no sistema de acesso remoto seguro, ele acessa as pastas de arquivos, mas o servidor de faturamento permanece invisível e protegido para ele.
Validação contínua de identidade
A VPN exige a senha apenas uma vez. O ZTNA valida a segurança continuamente. Ele verifica se o usuário tem autenticação multifator (MFA). Ele checa se o antivírus do computador está atualizado. Se a máquina apresentar risco, o ZTNA corta a conexão no mesmo segundo. A proteção é automática e invisível para o usuário final.
Segurança integrada com SD-WAN seguro da Fortinet
Redes complexas exigem soluções unificadas. Muitas empresas usam um equipamento para roteamento e outro para segurança. Isso gera lentidão e conflito de configurações. A gente elimina esse ponto cego integrando as duas funções no mesmo dispositivo.
A tecnologia da Fortinet entrega o SD-WAN Seguro. O roteador de borda (FortiGate) gerencia os links de internet da sua filial com alta performance e aplica inspeção de segurança profunda simultaneamente. O ZTNA já vem integrado nativamente, permitindo que a sua equipe de TI abandone as VPNs lentas por um acesso remoto seguro, ágil e centralizado.

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FAQ
É uma tecnologia que gerencia links de internet e redes de longa distância de forma inteligente. Ela melhora a velocidade da conexão entre matriz e filiais, otimizando o uso da banda larga.
A VPN conecta o usuário à rede inteira da empresa. O ZTNA conecta o usuário apenas à aplicação específica que ele tem permissão para usar, mantendo o resto da infraestrutura oculta e protegida.
Não. O ZTNA geralmente é mais rápido que a VPN tradicional. Ele roteia o tráfego diretamente para a aplicação (na nuvem ou local), sem forçar os dados a darem voltas desnecessárias pelo data center central da empresa.
Você sabe quantas conexões remotas inseguras estão ativas na sua infraestrutura hoje? A gente ajuda você a auditar esse risco. Baixe o nosso Canvas de Segurança e mapeie as portas abertas da sua operação agora mesmo.




